21 de nov de 2015

Ela é a alma do lar...

A liberação da mulher não é um movimento. É uma mentalidade. Deve ser a mentalidade que liberta a mulher, não apenas da opressão, mas também do medo de explorar sua sensibilidade e sua singularidade. A libertação começa quando você fica livre de si mesma e reconhece que a força da mulher é diferente, mas não inferior à força do homem. 
A força da mulher vem envolta em seda, mas não deixa de ser força.
Na juventude, ela se cobria de laços e babados.
Na idade adulta, mostrou com classe o seu perfil.
Na maturidade, era reservada e serenamente confiante.
Você a viu?
Lembra-se dela?
Ou será que desapareceu na noite, sem ser notada?
Alguém percebeu que estamos perdendo uma geração de mulheres que se transformou diante de nossos olhos em um substituto mutante, sintético, do que era antes?
É como se algo estranho estivesse arrebatando a essência das mulheres. Talvez o resultado de tanto sofrimento, tantas perguntas e tão poucas respostas é que nos deixou com grampos nas gavetas, meias na pia, mas nenhuma dama de pele macia e perfume suave para abraçar à noite...
Alguém já notou que o brilho está morrendo nos olhos dela?
Ninguém se importa que a alegria tenha desaparecido do seu sorriso?
Não é um crime contemplar a destruição do seu coração vivo e vibrante?
Ela é a alma do lar.
É o coração do casamento.
É a esperança dos filhos e o apoio de seu amado, seu marido, seu homem!

"Ela faz vestes de linho e as vende, e fornece cintos aos comerciantes. Reveste-se de força e dignidade; sorri diante do futuro. Fala com sabedoria e ensina com amor. Cuida dos negócios de sua casa e não dá lugar à preguiça. Seus filhos se levantam e a elogiam; seu marido também a elogia, dizendo: "Muitas mulheres são exemplares, mas você a todas supera." Provérbios 31:24-29



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